segunda-feira, 6 de agosto de 2012





Minha Luz

Ao te dar

Rosas... Romantismo

                    Teve medo...                      

Doces, filmes, beijos

Danças, corpos, noites

Desejos...

Olhar congelado estático

Que falaram pouco

Diante ao que tinha dizer

Mais pra que 
dizer?Por que o dizer?Pra quem dizer

Quando os seus olhos não querem 
ouvir?Podem ouvir?

Não!Na verdade, não esta na hora de gritar

De falar... Calma!

Menina impaciente,

Deixa acontecer

Deixar vir O que há de vir.

Um muro

Uma rocha

Que se plantou diante do seu verdadeiro ser

É uma pena...

Não ter sido eu vir a conhecer

O seu inteiro...

Mas se queres uma parte

Um pedaço

Terás o meu melhor

Há 
30 dias e um vácuo mínimo nesta rocha transpassou uma luz fraquinha

Que foi tomando força a cada dia .

Lá no fundo

Um poço.

Uma solidão.

Longa escuridão.

Era onde me encontrava

Deitada encolhida

Amedrontada

Com um fiasco da vida,

Esta força me fez abrir os olhos

Levantar a cabeça

Escala o poço e... Sair

Fui hipnotizada pelo o que era agora um clarão

Até que me deparei com o muro

Que me separava desta luz

Aproximei

Toquei no muro ele tremeu

Mais continuou firme

O pequeno vácuo 
30 dias depois se transforma em uma fresta

O seu sorriso é uma festa...

Onde eu quero estar

Onde meu corpo quer dançar

Não venha dar hora pra acabar

Afinal o que seria da vida

Desta que hoje sim posso chamar de vida

Se não a 
alegria ?

Se não o bom dia ?

Precisei estar na escuridão

Pra ver a luz...

Te vê através da luz

Minha luz.
Monique Souza

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